Como a Serasa Experian une dados e criatividade para gerar campanhas que realmente importam

Ilustração mostrando como dados e criatividade se unem em campanhas de marketing, com cores rosa e preto e estilo moderno da YLT

Estratégia com dados e contexto virou palavra de ordem no marketing. Mas a Serasa Experian foi além do discurso: criou campanhas que misturam inteligência analítica com empatia e criatividade — e o resultado é simples: atenção e conversão.

O que está em jogo na “Nova Era da Relevância”

Vivemos o momento em que captar atenção vale mais do que apenas aparecer. O consumidor não quer só ouvir: ele quer se sentir compreendido. E pra isso, dados não bastam — o contexto é o que transforma um insight em conexão real.

E é exatamente esse o caminho que a Serasa Experian decidiu trilhar. Ao invés de mirar no genérico, a marca focou em ser precisa, contextual e emocional na comunicação.

Como a Serasa Experian transforma dados em emoção

Vamos aos fatos. A estratégia da Serasa mistura três ingredientes fundamentais:

  • Dados comportamentais e geográficos: saber onde o cliente está e o que está vivendo.
  • Segmentação por momento de vida: não basta saber idade e sexo, é preciso entender o “agora” da pessoa.
  • Conteúdo criativo com humor e empatia: a campanha “Onde está Wallace?” é um exemplo genial.

A ativação com o “Wallace” espalhou a figura por diferentes canais — Instagram, elevadores corporativos e WhatsApp — criando uma narrativa lúdica e divertida sobre como a inteligência de dados pode impactar com leveza. E adivinha? Funcionou.

Impacto real: o poder de parar o scroll

A campanha não só gerou engajamento. Ela parou as pessoas. E isso, no feed infinito das redes sociais, é o maior KPI que alguém pode sonhar.

O que a Serasa conseguiu foi simples e genial: combinar dados precisos com uma entrega que emociona, diverte e respeita o momento do consumidor.

Aprendizados práticos para aplicar no seu negócio

Não importa se você tem uma grande ou pequena marca. As lições abaixo funcionam para todos:

  1. Contextualize sempre: entenda o momento do seu público, não só seu perfil demográfico.
  2. Use dados para inspirar, não para invadir: personalize com empatia, não com insistência.
  3. Traga criatividade para o centro da estratégia: o cérebro decide com emoção.
  4. Esteja onde seu público está: e fale a língua de cada canal.

Quer fazer isso na sua marca? Dá pra começar agora

Você não precisa de um time de 100 pessoas para isso. Com as ferramentas certas — como as oferecidas pela YLT Agency (EUA) — e com uma leitura estratégica do seu público, dá pra aplicar esse modelo hoje mesmo.

E se quiser apoio com planejamento, criação de jornada e execução com dados e emoção, fale com a YLT Brasil ou a unidade da YLT na Austrália.

Conclusão: não se trata só de vender. É sobre ser lembrado

Dados sem contexto são números frios. Criatividade sem dados é chute. Mas quando os dois se encontram, nasce algo poderoso: mensagens que fazem sentido, marcas que se tornam memoráveis e ações que geram resultado.

Quer criar impacto real? Aprenda com quem já está fazendo. A Serasa Experian mostrou que a fórmula existe — e que você também pode aplicar.

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